Terras raras colocam o Brasil no centro da disputa global e reacendem dilema histórico

Terras raras colocam o Brasil no centro da disputa global e reacendem dilema histórico

Desde que veio a público, em meados de 2025, o interesse dos Estados Unidos em reservas brasileiras de terras raras e minerais estratégicos, o tema passou a ocupar lugar central no debate econômico, industrial e geopolítico do País. As informações foram divulgadas pelo Estadão, que mostrou como a corrida global por esses elementos chegou de vez ao Brasil e expôs um dilema antigo: exportar minério bruto ou avançar na cadeia de valor com refino e tecnologia própria . Especialistas ouvidos pelo jornal apontam consenso sobre a importância de o Brasil “surfar a onda” da demanda global, impulsionada pela transição energética, indústria de alta tecnologia e setor de defesa, mas divergem sobre como e em que ritmo isso deve acontecer.



Especialistas ouvidos pelo jornal apontam consenso sobre a importância de o Brasil “surfar a onda” da demanda global, impulsionada pela transição energética, indústria de alta tecnologia e setor de defesa, mas divergem sobre como e em que ritmo isso deve acontecer.



Brasil tem reservas relevantes, mas exploração ainda é incipiente Dados do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) mostram que o Brasil possui hoje 12 lavras de terras raras autorizadas e outras 186 em análise pelos órgãos competentes. Além disso, há 1.790 autorizações de pesquisa mineral em vigor e 348 pedidos em avaliação, o que indica um potencial ainda longe de ser totalmente mapeado .


 

Brasil tem reservas relevantes, mas exploração ainda é incipiente Dados do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) mostram que o Brasil possui hoje 12 lavras de terras raras autorizadas e outras 186 em análise pelos órgãos competentes. Além disso, há 1.790 autorizações de pesquisa mineral em vigor e 348 pedidos em avaliação, o que indica um potencial ainda longe de ser totalmente mapeado .